Projeto, aprovado em segunda votação, homenageia um homem que sempre lutou por melhorias para Venda Nova do Imigrante
Com a aprovação, em segunda votação, do projeto de lei nº 057/2014, o Centro Cultural e Turístico de Venda Nova do Imigrante passa a se chamar Máximo Zandonadi. De autoria do Poder Executivo Municipal, a matéria foi aprovada durante a Sessão Ordinária da última terça-feira (18).
Máximo Zandonadi era um homem simples que trazia em sua história as marcas da descendência italiana. Sua vida era iluminada por três amores: a família, a Igreja e Venda Nova do Imigrante.
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Em 1998, foi criada a Fundação Máximo Zandonadi, que tinha entre os seus objetivos a construção do Centro Cultural e Turístico, que teria como finalidade a criação de um espaço para atividades de importância cultural, econômico-social e ambiental. A Fundação foi quem buscou os recursos para a obra do local e para a compra de equipamentos, através do bispo Dom Décio Zandonadi, filho de Máximo e presidente do Conselho Curador da entidade.
A inauguração aconteceu em 2012 e, desde então, o Centro Cultural e Turístico tem sido usado para apresentações culturais, cursos e é a sede da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer, responsável pelo uso do local.
Além do Centro Cultural, a Fundação é responsável pela Rádio FMZ, emissora educativa que funciona desde 2003, e pela Banda Sinfônica de Venda Nova do Imigrante, projeto realizado em parceria com o governo do Estado e que teve início em 2012, com aulas realizadas no Centro Cultural e Turístico.
Livros
Máximo Zandonadi ainda colaborou na preservação da história do Município com a publicação de cinco obras literárias: Venda Nova – um capítulo da imigração italiana (1982); Reminiscências de um Século (1986); A Igreja na história de Venda Nova (1984); Venda Nova do Imigrante – 100 anos da colonização italiana no Sul do Espírito Santo (1992); e A Família Zandonadi (1997), publicado após a morte dele, em 1994.